Brasileiras sofrem preconceito ao desembarcar em Portugal – virou notícia de capa

Nada justifica o preconceito contra as ‘mulheres brasileiras’ estampado neste domingo na primeira página de um jornal português. Herdeiras da péssima imagem que durante décadas foi divulgada sobre elas no exterior, muitas, vítimas do chamado turismo sexual que nao tem fronteiras em todo o mundo, continuam a sofrer discriminaçao em um país que ainda hoje – e com tudo o que isso possa significar – usa as palavras imigrante ou imigraçao para classificar as pessoas como ‘cidadaos de 2ª classe’. O que fazer? Reclamar, reclamar, reclamar. De acordo com a notícia, o consulado brasileiro recebeu dezenas de queixas de mulheres que sofreram esse tipo de violência no aeroporto de Faro, no sul de Portugal, ao desembarcarem sozinhas. Nos relatos, avisam que ‘foram separadas dos outros estrangeiros e encaminhadas para vistoria numa sala, normalmente com recurso a uma frase jocosa – “Já para a salinha a abrir a malinha” – dita com sotaque’, escreve o JN. Esse tipo de ‘tratamento’ também é utilizado nos aeroportos de Lisboa e Porto. O que fazer? Denunciar, denunciar, denunciar e pedir sem nenhum ‘si faz favoire‘ – providências já!

capa-JN-11-2015

publicidade

publicidade