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A
principal linha de argumentaçao é a de que o iPhone é um produto de
convergência, enquanto os produtos tecnológicos que deram certo nos últimos anos
(como o iPod) sao 'divergentes', ou seja, têm uma proposta única de uso. O
raciocínio dele, na minha opiniao, tem muitas falhas. Nao considero, por
exemplo, o iPod 'divergente'. Mas nao quero entrar no mérito disto aqui para nao
perder o foco. 01/06 Paula
Rizzo
Eu nao sei prever se o iPhone irá superar o fenômeno que é o
iPod. Até porque o iPod faz parte de uma estrutura maior, de um projeto mais
completo e complexo, que é o iTunes e a comercializaçao de bens digitais como
música, seriados e filmes. Mas espero, com muita vontade e entusiasmo, pelo
celular da Apple. Também nao sei dizer se venderá bem ou nao. Seth Godin, outro
entusiasta do projeto, arriscou há um mês o (talvez conservador) número de 2
milhoes de unidades vendidas em 2007. 01/06
Paula
Rizzo
O desafio do iPhone é maior, sem dúvida. Nisso eu concordo.
Nao sei se o iPhone, já na largada, e até por alguns motivos levantados por
Ries, será efetivamente um produto de massa. Mas que está no caminho certo eu
nao tenho dúvida. 01/06 Paula
Rizzo
Definitivamente, nao acho que é olhando para o passado que se
cria e pensa no futuro. Estamos falando de ruptura. De mudança de paradigma. Eu
quero e acredito nesta mudança. Nao consigo também esconder que torço para o
iPhone. E, mais do que isso, nao consigo acreditar em alguém que negue a
convergência. E você? Todas da Paula Rizzo no Blue Bus, escolha uma na lista
aqui. 01/06 Paula Rizzo
Convido
voce a assistir ao video do Al Ries e esquentar o debate ;- ).