anterior prox 11/05/09
Ainda é grande a resistência a pesquisas online no
Brasil | do Marinho 16:06 Hoje, nos EUA, a esmagadora maioria das pesquisas
quantitativas é feita via internet. No Reino Unido, esse percentual anda na casa
dos 70%. Enquanto isso, aqui no Brasil, apenas 5% dos estudos realizados no ano
passado pela Ipsos, uma das principais empresas de pesquisas do país, coletaram
dados pela web. Na opiniao de Jorge Kodja, diretor da Ipsos Brasil, isso
acontece simplesmente por desconhecimento da parte de quem decide a contrataçao
de pesquisas. 11/05 Luiz Alberto
Marinho
Entre os mitos que atravancam os estudos online destaca-se o medo de que
esta metodologia nao alcance consumidores de menor poder aquisitivo, em funçao
da ainda baixa penetraçao da internet nas residências das classes C, D e E.
Kodja rebate o argumento explicando que a Ipsos já tem um painel com mais de 1,3
milhao de cadastrados, de todas as classes sociais. Quando precisa fazer um
estudo online, o instituto recorre a essas pessoas, o que torna o trabalho mais
rápido e cerca de 20% mais barato do que uma pesquisa offline. Outra vantagem é
o maior alcance aos consumidores, já que a insegurança das grande cidades
dificulta cada vez mais o acesso dos pesquisadores a prédios e condomínios de
alta renda e também a comunidades carentes controladas por criminosos. 11/05 Luiz Alberto Marinho
Para comprovar a
eficiência dos levantamentos feitos pela web, a Ipsos dos EUA comparou os
resultados de 56 testes de conceito feitos simultaneamente pela internet e face
a face. Em 71% dos casos, os resultados foram os mesmos e nos demais nao houve
variaçao significativa, que invalidasse o estudo. Mesmo assim, por causa da
resistência dos executivos brasileiros, Kodja acredita que, na melhor das
hipóteses, conseguirá executar 10% dos seus estudos quantitativos por meio da
internet em 2009. Todas do Marinho no Blue Bus. E veja o
blog. 11/05 Luiz Alberto
Marinho
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