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anterior prox 20/11/09

Casal na Starbucks - ela olhando pra ele, e ele olhando pra tela do celular

17:00 Lendo a nota da Debora mais cedo aqui, lembrei do que vi ontem aqui no Web 2.0 Expo, em Nova Iorque - a apresentaçao surpresa de Dennis Crowley, fundador da Foursquare, citado na notícia. Crowley falou apaixonadamente sobre seu projeto, que já está começando a virar mania na cidade. O que acho interessante de destacar é que muitas das apresentaçoes que vi por aqui falavam em Google Maps, geo-tagging e sistemas similares. Quando você pega isso e joga por cima as possibilidades da realidade aumentada, aparecem resultados louquérrimos. Exemplo - apontando seu iPhone para um determinado local, por exemplo, você é capaz de ver na tela até zumbis andando no meio da rua, e aí o jogo da Foursquare fica ainda mais envolvente - você nao pode deixar os zumbis te pegarem. Já pensou nisso, em alterar seu percurso por causa de zumbis virtuais no meio da rua? 20/11 Marcelo Albagli em NY

Essa outra realidade, fruto do crescimento das redes sociais e do mercado da telefonia móvel, me causa uma certa sensaçao de sufocamento. Nao porque o mundo parece ter ficado menor nem nada disso, mas porque as pessoas estao cada vez menos presentes no mundo físico, cada vez mais lidando com seus avatares no Facebook, no Twitter, no Orkut... Outro dia fui tomar um café na Starbucks e fiquei vendo um casal - ela olhando pra ele, e ele olhando pra tela do celular. As pessoas estao cada vez mais vivendo num universo digital, o que abre possibilidades muito bacanas, mas que deve ser feito com cuidado pra nao ficar maluco. É sério isso, as pessoas estao ficando cada vez mais nesse universo paralelo - cria até dependência. Como disse um grande companheiro meu durante o evento aqui em NY, "conectividade nao é sinônimo de comunicaçao". Vamos ficar ligados. 20/11 Marcelo Albagli em NY

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